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Resenhando ‘Fade’ por Lisa McMann

31 maio

 

 

 

 

 

 

‘Fade’ foi além das minhas expectativas. Enquanto lia Fade, tinha certeza de que seria apenas uma continuação comum da série, com praticamente o mesmo enredo, com a mesma forma de escrita com sentenças curtas e poucos detalhes. E assim foi, até mais ou menos a metade do livro. Depois da página cento e alguma coisa, a situação mudou! 

 

 

Esse volume da trilogia não gira em torno de várias coisas como em Wake, mas sim em torno de duas situações importantes. A primeira é o predador sexual que está solto pela Fieldridge High, causando problemas e dando um mistério no mínimo tenso para Janie e Cabe resolverem.  E a segunda questão é o futuro de Janie como apanhadora de sonhos, informações antes desconhecidas por nós vão mostrar que nem tudo está resolvido e entendido sobre o dom de Janie, as coisas podem ficar piores, muito piores.

A partir do momento em que a autora começou a realmente se envolver no caso que os protagonistas estavam resolvendo, ela largou os cuidados que tinha para escrever parágrafos e sentenças curtas, e simplesmente escreveu com detalhes e frases de verdade, longas e fluidas. Foi quando eu me animei com o livro de uma vez por todas e acabei com a leitura.

Eu realmente adorei o modo como a situação foi resolvida, e não senti raiva do Cabe pelas ações dele, porque, ahh vocês vão ter que ler para entender haha! E eu também adorei ficar sabendo  sobre o caderno verde, porque ele realmente mudou minha visão sobre o dom de Janie, e fez a estória ficar ainda mais interessante e única do já era em Wake.

A leitura foi realmente rápida e como houve uma evolução em relação ao tamanho das frases e parágrafos eu não vou reclamar de nada, pois já fiquei bem feliz com o avanço. A editora fez mais uma vez um ótimo trabalho, mantendo a capa e o título originais. As únicas dúvidas que ainda ficaram no ar foram: Será que o vocabulário da autora não é diversificado mesmo ou o erro foi na tradução? O estilo de escrever dela é com as sentenças curtas ou as frases dela soavam melhor em inglês?

Para tirar essas dúvidas eu vou arranjar um tempinho na minha agenda literária e ler a trilogia em inglês, daí eu digo para vocês se o problema está na autora, ou na tradução :)

Eu já li Fade há um tempo, mas resolvi resenhar só agora, não sei por quê. Já li Gone também, então eu vou preparar a resenha e posto aqui logo logo, só uma dica, Gone foi o melhor livro dá série, muito bom mesmo, por isso que já posso dizer ‘ A trilogia vale a leitura’!!   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Resenhando ‘Ninguém Como Você’ por Lauren Strasnick

11 maio

 

Para começar, quero que você olhe a capa de ‘Ninguém como você’ e tente tirar uma conclusão sobre ‘do que se trata o livro’. Quando eu fiz isso, imaginei uma estória de amor, bem bobinha, mas agradável.

Agora veja a sinopse:

A vida de Holly está muito complicada – Faz seis meses que sua mãe morreu, e seu pai ainda anda pela casa com um ar muito perdido. Ela acaba de perder a virgindade com Paul, um cara que é um gato, mas que tem uma namorada firme, que faz parte da turma mais popular da escola. Seu melhor amigo Nils deu de pular de galho em galho, correndo atrás de toda garota que passa em sua frente. Quando as coisas começam a ficar mais sérias, Holly terá de escolher – mudar de vida radicalmente, ou guardar um segredo que pesa cada vez mais em sua vida? 

Depois que eu li a sinopse- isso foi após eu comprar E receber o livro em casa xD-  eu sinceramente desanimei do livro, eu já sabia que o tema ‘sexo’ era abordado, mas não imaginava a parte toda do clichê ( mãe morta, pai triste, menina perdida na vida, ect, ect, ect). O que me deu forças para encarar a leitura foi a última frase da sinopse: ‘[…]mudar de vida radicalmente, ou guardar um segredo que pesa cada vez mais em sua vida?’. Eu simplesmente achei que a menina ia se reinventar e virar o jogo e que o livro ia ser super legal, mas conforme eu fui lendo… PÉÉÉÉÉÉÉÉÉ. Uma campainha de ‘ERRADO’ tocou na minha orelha.

‘Ninguém Como Você’ foi um dos piores livros que eu já li. A estória ficou bem clichê, não dando espaço para novidades. Porque as escritoras não mudam esse enredo de ‘minha mãe morreu e eu vivo infeliz e perdida pelo mundo junto com meu pai e sem amigos’? Existe tanta coisa que pode ser inventada com a vida dos jovens e ainda assim elas insistem nas mesmas coisas, porque não pelo menos falar de uma menina que perdeu a mãe, vive infeliz e sem amigos, mas FAZ ALGO REALMENTE BOM E DIFERENTE PARA PASSAR POR CIMA DA DOR? Pode ser qualquer coisa, desde que seja diferente. Enfim.

Um outro tema que poderia ter sido abordado de maneira muito inteligente e ‘educativa’, foi tratado com certo desdém e falta de cuidado. Quem fala de sexo para adolescentes, sem falar de medo, insegurança, riscos ou qualquer outra coisa que possa ser útil? Eu sei que nós já estamos cansados de ouvir sobre os dilemas do sexo na adolescência, mas tratar a primeira vez – e todas as outras vezes- da garota como uma coisa insignificante na estória foi um erro total, porque, pelo o que entendi, o sexo era exatamente o ponto do enredo, e as partes que falavam sobre ele eram as PIORES.

As personagens também estavam bem cruas. Holly é bem sem graça e boba, e varias vezes eu tive vontade de tacar o livro na parede por culpa dela, por vários motivos, como:

1-     Ela fica com o Paul. Sabe que é errado. Continua ficando. Se sente mal, uma vaga$¨&¨, tem peso na consciência, mas continua com ele. É como diz aquele velho ditado, ‘ Errar é humano, insistir no erro é burrice’.

2-     A menina fica o livro inteiro apalpando os seios para ver se não tem nenhum caroço, é como se ela fosse estar andando e do nada o caroço fosse surgir ali. Para piorar a situação, ela acha que vai ‘PEGAR O CÂNCER DA MÃE SE USAR AS ROUPAS QUE ERAM DELA’, genteeee, mais um assunto sério desperdiçado com idiotice!

O Paul é o típico menino ‘cachorro’, que enrola as meninas para ir para a cama com elas. Mas nem para isso ele servia direito, e para piorar, ele estava sempre fumando, sempre. Era só ele chegar perto da Holly, ou entrar em cena, que ele acendia um cigarro e ficava lá, tragando e soltando veneno na cara dos outros.

Eu realmente gostei de Saskia e de Nills. Os dois são personagens fofos, que eu gostaria de ter conhecido mais profundamente. O professor de teatro também era um fofo, e o pai da Holly também me agradou muito. A pena é que nenhum personagem foi explorado suficientemente, e nós acabamos perdendo a chance de conhecer pessoas maravilhosas do mundo literário.

O livro realmente não me agradou nem um pouco, uma coisa que nunca tinha acontecido comigo. Eu fiquei que dois assuntos muito interessantes e úteis para os jovens tenham totalmente desperdiçados e trabalhados de maneira tão ruim. A estória poderia ter ficado muito boa, caso a autora realmente tivesse se empenhado em ir além dos clichês e enredos superficiais que já lotam as estantes das livraria, ela perdeu a chance de fazer algo realmente agradável e de grande importância para meninas lerem. Ficou tudo bem fraquinho, sem emoção, sem sal nem açúcar. 

A editora ID, por outro lado, está de parabéns. O livro está muito lindo, com a capa em amarelo flueorecente por dentro e uma capa muito lindinha, que me cativou de primeira. A tradução e edição estão ótimas e muuuito satisfatórias! Vale reconhecer que eles fizeram um ótimo trabalho e que quem escreveu a estória não foi nenhum dos funcionários da editora. A leitura é extremamente rápida, pois o livro é bem pequeno e tem letras grandes com espaços duplicados entre as linhas.

Mas é claro que, mesmo depois de ter falado mal de um livro como nunca fiz na minha vida, eu sugiro que, se você leu resenhas positivas sobre o livro e está me achando uma tosca por conta de tudo o que eu falei aqui, você deve sim compra-lo e lê-lo. Essa é a única maneira de tirar suas conclusões e poder vir me xingar depois #hahaha

Vale lembrar que aqui no blog, eu não sou obrigada a falar bem de nenhum livro, então, eu dou minha mais sincera opinião sobre tudo o que eu leio. Se você não concorda com as minhas opiniões, tem a total liberdade para expressar sua opinião aqui nos comentários, desde que seja com educação e delicadeza. 


Resenhando ‘Wake’ por Lisa McMann

3 maio

‘Wake’ é um livro que eu já comprei, e li, há muito tempo. Na verdade, na época eu ainda tinha o meu primeiro blog, e é por isso que eu estou refazendo essa resenha. Como eu estou terminando de ler ‘Gone’, mais um livro que estava na minha prateleira for ages, e que é o terceiro e último volume dessa trilogia, eu resolvi refazer as resenhas de ‘Wake’ e ‘Fade’ para postar aqui antes de postar a de ‘Gone’.

Eu comprei ‘Wake’ na Bienal do Livro ano passado. Foi logo que lançou, então eu ainda  ão tinha ouvido nem lido muito a respeito dele, mas como estava megaaa barato no estande da Novo Século, eu acabei comprando. Acabou que eu amei o livro, naturalmente, uma vez que é muito raro eu errar em uma compra de livro xD.

Amei o tema!! Nunca tinha lido nada que tivesse como tema ‘sonhos’, e acabou que eu gostei muito. Janie descobre, aos 8 anos de idade, que tem um dom (não necessariamente bom). Ela consegue entrar no sonho das pessoas, e ajuda-las, se elas pedirem ajuda. Na verdade não é que ela PODE entrar nos sonhos, ela é sugada para dentro deles, não tendo muita escolha sobre entrar ou não. E até que ela aprenda a lidar com isso, toda vez que alguém dormir perto dela, já era.

Eu simpatizei com a protagonista (Janie), ela não é tontinha, nem melosa ou indecisa. Ela sabe o que quer, tem suas próprias opiniões e modo de agir, além estar sempre muito bem decidida sobre o que e como fazer. A mãe dela é uma tonta, vive bêbada e quando fala com a Janie é para trata-la mal. O pai, no mundo de Janie, não existe.

E o romance? Ai gente, eu amei o romance dessa série. É simples, despretensioso e o casal é esquisitinho, mas eles realmente combinam. Cada um tem seus problemas, e um está sempre ajudando o outro, nas mais diferentes situações, de todas as formas. Eu fiquei babando no casal, sério mesmo.

Agora sobre a escrita da autora. No começo eu estanhei bastante, pois, a Lisa McMann escreve em períodos simples, bem pequenos, breves. O livro não tem muitos detalhes, o que me irritou um pouco no começo, porque eu gosto, realmente gosto de detalhes hahaha, mas depois eu me acostumei e acabei até curtindo o jeitinho de escrever da Lisa. O livro é escrito como uma espécie de diário, com datas e horários nos cabeçalhos, mas não é a Janie que conta, e sim um narrador externo.

 Bom, eu realmente gostei do livro, acabei em dois tempos, porque ele é bem pequeno, fininho e também porque a estória realmente cativa a gente. Se você ainda não leu, leia está mais do que recomendado! Amanhã eu posto a resenha de ‘Fade’, porque agora eu estou muito cansada para reescrevê-la, e provavelmente termino ‘Gone’amanhã à noite. 

Resenhando ‘Destino’ por Ally Condie

16 abr

‘Destino’ era para mim o lançamento mais esperado do ano. Há tempos via ótimas resenhas sobre ele em blogs, mas acabei resistindo à vontade de comprar em inglês (Matched) porque eu sempre acabo não lendo. Finalmente ‘Destino’, o primeiro volume da Trilogia Matched foi lançado no Brasil pela editora ‘Suma das Letras’, e apesar de eu ter garantido minha cópia na pré-venda, só tive tempo de lê-lo essa semana!


Eu nunca fui muito fã de sci-fi (ficção cientifica), tanto é que abandonei ‘ Feios’ no penúltimo capítulo e até hoje não retomei a leitura xD. Mas com ‘Destino’ foi totalmente diferente. Eu li o livro em 5 horas (divididas num período de dois dias), e se não fosse o cansaço que uma leitura trás ao cérebro teria lido mais rápido.

‘Destino’ conta a vida de uma adolescente chamada Cassia . A estória se passa no futuro, então várias coisas são diferentes da nossa realidade. Lá não existe um governo, império, reinado ou qualquer coisa do tipo, é uma Sociedade que cuida para que tudo dê certo na vida das pessoas. A Sociedade decide o que eles comem, com quem e quando eles casam, com quantos anos têm filhos, onde moram, onde e com o que trabalham, quando estudam, quando têm tempo livre, enfim. Tudo é decidido por meio de estatísticas e estudos sobre cada pessoa. As comidas por exemplo não podem ser divididas pois cada pessoa recebe em sua casa, todo dia no mesmo horário, a quantidade e os nutrientes exatos para que seja totalmente saudável. As doenças foram eliminadas e a violência também, ninguém mais morre por conta dessas coisas. Cada um tem uma habilidade em que se destaca, e é exatamente com isso que vai trabalhar, numa posição que a Sociedade vai escolher. Todos morrem com a mesma idade, no dia de seu aniversário para que não vivam de mais ou de menos. Tudo é planejado para que seja perfeito, saudável e sem erros, até que um erro acontece com Cassia.

Depois de descobrir quem seria seu par para o resto da vida, Cassia resolve ver o cartão que contém as informações de seu par um dia à noite, só que o rosto de outra pessoa aparece, e ela acaba ficando confusa. A Sociedade cometeu um erro e mexeu com a cabeça de Cassia. A menina que aceitava tudo que a Sociedade fazia de boca fechada, acreditando que era o melhor para ela, começa a pensar por si mesma, e acreditar que talvez, aquelas coisas não sejam o melhor para ela.

O livro me fez refletir muito, pois mostra o mundo de uma maneira que poderia facilmente ser daqui umas gerações. Faz uma comparação que nos faz perceber que um sistema controlado é bom, mas precisa haver liberdade. Alguém que te ajude a fazer escolhas é agradável, mas você precisa ser livre para fazer as suas PRÓPRIAS escolhas também. Sugiro que junto com a leitura, você faça uma reflexão, comparando sua vida com a de Cassia. Ela sente-se rebelde e realizada ao fazer coisas que para nós são mais do que naturais. Cheguei a ter dó dela em certos momentos.

A autora soube exatamente como escrever esse livro. Criou um mundo complexo e fácil de entender ao mesmo tempo. Ally Condie tem uma escrita praticamente poética, que faz a leitura fluir muito facilmente. O modo como ela escreve esse livro é leve, sem maldade, e isso me fez sentir uma calma muito gostosa enquanto lia-o.

Achei muito interessante o lance dos comprimidinhos que o pessoal carrega. Tem uma verde um azul e um vermelho, mas vocês só vão descobrir para que eles servem quando lerem o livro :) .

O livro é dez, a autora está de parabéns pela imaginação e escrita dela, e a Editora Suma Das Letras está de parabéns pela edição, tradução, enfim, por todo o trabalho com o livro. Eu simplesmente me apaixonei por essa capa, linda, maravilhosa, perfeita *-*.

Realmente espero que vocês gostem desse livro tanto quanto eu gostei, e aproveitem essa leitura tanto quando eu aproveitei. 

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Resenhando – Maratona Diários ‘Anoitecer’ – O Retorno

9 abr

Quando comecei a ler ‘Anoitecer’, pensei que a série ‘O Retorno’ fosse um spin-off de ‘Diários do Vampiro’, mas me enganei redondamente. ‘O Retorno’ é simplesmente a continuação de DV.


Confesso que no começo do livro eu estava achando tudo bem weird, Elena encontrava-se em uma situação que eu nunca tinha lido em livro algum, mas apesar da inovação, eu sentia como se a autora simplesmente tivesse se arrependido de matar Elena e resolvido fazer ela renascer.

Foi bem estranho para mim ter que parar de enxergar Elena como aquela menina popular, mimada que manda em tudo e todos e consegue tudo o que quer, para a de uma menina pura, muda e meio louca que voa igual um balão. Acontece que aos poucos eu fui me acostumando, e quando acabei por aceitar aquilo totalmente, ela meio que voltou ao normal ¬¬’.

Esse volume da série foi particularmente muito bom. O que no começo me pareceu chato, estranho, ilegível, tornou-se (para mim) o melhor livro da série. Acontece muita coisa mesmo nesse livro, cada hora uma pessoa enlouquecia, e o grupinho ( Bonnie-Matt-Meridith-Sra.Flowers) não parecia estar mais dando conta dos mistérios e problemas. Era uma coisa bem louca, as pessoas que sempre conseguiam resolver tudo, não tinham mais nada sob controle, nem mesmo Damon. Aparece gente nova na área e a cidade sai mais ainda do eixo.

Damon está especialmente maldoso, demoníaco, antiético, safado e…bem, Damon do que nunca, e isso só me fez querer ainda mais que ele ficasse com Elena #sorry.

Stefan apareceu muito no começo do livro, mas depois ele sumiu e acabou demorando um tanto para ‘voltar’ para o texto. Portanto, team Stefan, sinto muito por vocês. E pela capa do próximo volume, parece que mais uma vez ele não estará no centro do mundo.

Shinishi, um novo habitante da cidade, é de dar calafrios. E por mais que a autora tenha tentado passar uma imagem de homem lindo, charmoso e tudo mais sobre ele, ela não conseguiu me convencer não. Simplesmente não rolou imaginar ele bonito, nem nada bom sobre ele, olha esse nome Õo .

Elena estava mega sem graça nesse livro, então acabou que eu me foquei mesmo em Damon, o melhor personagem, e o foco desse volume de DV.

Realmente não sei o que vocês vão achar de ‘Anoitecer’, porque cada pessoa me fala uma coisa diferente. E eu mesma demorei muito para ler esse livro, mas no final acabou que eu amei ele. Então, como sempre, te digo para dar uma chance para a leitura e ver o que você acha. Por mim, está mais uma vez super recomendado.

O sexto volume da série está previsto ainda para esse ano, mais informações aqui.

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A Breve Segunda Vida de Bree Tanner por Stephenie Meyer

4 abr

Oláá leitores! A resenha de hoje é de um livro que eu já li há algum tempo, ‘ A Breve Segunda Vida de Bree Tanner’. Esse livro é uma espécie de prolongamento (spin-off) da Saga Crepúsculo, que ganhou milhares de amantes e haters pelo mundo. Ele conta sobre Bree Tanner, uma recém-criada (termo usado na saga para vampiros que acabaram de ser criados – dãã) que aparece por três linhas no terceiro livro da série – Eclipse – durante a luta dos Cullens contra Victória e o exército de recém-criados.


O livro conta a parte da batalha na visão de Bree e dos outros recém-criados, é uma visão totalmente diferente da guerra daquela que aparece no livro narrada por Bella. Primeiro que Bella não era a maior especialista nesse assunto de recém-criados, e segundo porque ela estava tão preocupada com Edward e Jacob naquela luta que nem estava dando muita bola para aquele outro lado, o lado dos supostos inimigos.

Uma coisa é fato. O livro não acaba bem e disso todos sabemos, uma vez que já lemos e assistimos ‘Eclipse’, mas vale a pena. É muito interessante ver a história por outro lado, pela visão de uma criatura que mal sabe o que está acontecendo e ainda por cima está do lado inimigo, sobre o qual não sabemos muito. Tem umas coisas que a Bree fala e acredita que são absurdas e a gente sabe qual é a verdade e isso acaba dando uma vontade de entrar no livro e dizer ‘ Coisaa fofaaaaa, a verdade é essa e não aquela’. E até tenho uma confissão a fazer, me peguei traindo Bella e os Cullen e simpatizando de mais com a tal da Bree e seu companheiro no livro!

Eu realmente espero que vocês leiam esse livro, até a parte de vossas senhorias que não gosta de Crepúsculo, quem sabe lendo esse, você resolve ler a saga toda? Eu sou super a favor de ler até aqueles livros que eu não gosto. Eu não gostava de Crepúsculo, não entendia o que as pessoas viam de tão legal na série e naqueles vampiros que brilham, mas um dia eu resolvi ler e A-M-E-I. Era até uma época em que eu estava meio afastada dos livros e essa saga me fez voltar a ter gosto pela leitura, muitas vezes é falta de uma boa leitura para incentivar a gente voltar a ler, pode até acontecer com um livro que a gente nem gosta. Não existem livros ruins, apenas livros que nos agradam e livros que nos desagradam, e nós devemos dar chance a todos eles.

 

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Inside Girl by J. Minter

28 mar

Há tempos que eu não lia uma literatura tão leve, doce, gentil e descontraída como ‘Inside Girl’.

Desde a primeira vez que eu vi esse livro tive vontade de ler, lembro que me apaixonei pela capa e me interessei bastante pela história. Acabou que peguei emprestado de uma amiga minha e fiquei com o livro por mais de um mês, até que conseguisse arranjar um tempo para ler. Me arrependo de não ter começado antes. Demorei umas três horas para ler o livro, e foi a leitura mais relaxada que fiz nos últimos tempos.


 

 

Flan Flood é um nome que me lembra muito de doce.. Flan é o nome de um danone ou algo assim não é? E Flood, totalmente lembra food-comida. E a menina realmente faz jus ao nome doce que tem, ela é uma meiguice só. Super boazinha, preocupada com os amigos e com a reinvenção de sua vida, Flan é uma protagonista muito criticada por aí. Muitas blogueiras dizem que ela é sem graça, sem sal nem açúcar, mas eu realmente gostei dela. Acho até que me identifiquei com ela (espero que isso não faça de mim uma pessoa sem sal nem açúcar  xD ).

‘Inside Girl’ é uma ‘Gossip Girl’ menos glamorosa, mais leve, infantil, despretensiosa. Achei uma leitura muito gostosa e boa para dar uma relaxada desse monte de leituras cheias de vampiros, sangues, lobos, assassinatos e coisas pesadas. Era exatamente o livro que eu precisava para o meu fim de semana!

A única coisa que eu gostaria de comentar é o seguinte: muitas blogueiras falaram mal do livro até não poder mais, pelo fato de a escola pública ter escada rolante, e as pessoas que estudam lá não serem realmente pobres e blá blá blá. Gente, só porque a menina saiu de sua escola de patricinhas nojentas e podres de rica e foi para um colégio público, não quer dizer que ela trocou sua vida glamorosa para conviver com pessoas pobres, ninguém nunca mencionou isso no livro. A menina só queria ser mais normal, e não viver em boates, festas e compras no alto de seus 14 anos. Nos EUA, escolas públicas são frequentadas por pessoas que têm dinheiro também e a infraestrutura não é um merda que nem a das nossas escolas públicas. Lá ensino público tem qualidade e a maioria das escolas publicas são tão bonitas, arrumadas e organizadas quanto as particulares, #fikdik. Além do exagero que rola quanto à badalação e riqueza da menina, fora isso, tudo OK.

É uma situação realmente surreal, mas eu indico o livro tendo você 12, 14, 16 ou 20 anos, acho que se você quer relaxar e ler algo que não te faça pensar muito, nem sentir raiva, apreensão, tensão ou qualquer coisa do tipo, esse livro é perfeito.

Espero que gostem e façam boa leitura de ‘ Inside Girl’ :) .