Para informar meus leitores

25 jul

Pessoal, estou passando pra avisar que devido à minha vida escolar chatíssima e agitadíssima eu vou ter que dar um tempo no blog, como vocês já devem ter percebido xD.

Não desisti do blog, ele ainda é minha paixão, mas provavelmente só estará de volta após minhas provas finais, em um ou dois meses !

Nesse meio tempo, não parem de seguir o blog e não tirem o blog de seus parceiros, ele não será desativado!!

 

Mal posso esperar para voltar a resenhar para vocês!

 

Resenhando Doce Vingança por Nora Roberts

19 jun

   Se você já ouviu falar da autora Nora Roberts, deve saber que suas obras são esplêndidas. Eu nunca tinha lido nada dela, mas dada sua ótima fama no meio literário, sempre tive vontade. Semana passada resolvi pedir ajuda ao bibliotecário do meu colégio para escolher um livro da tão renomada autora e agora, ao ter terminado a leitura da obra, me peguei em um caminho sem volta de paixão por seus livros. Já foram três livros seus seguidos que li nas ultimas duas semanas, e temo dizer que vocês ainda vão ouvir muito falar em Nora Roberts aqui, I mean it.

      Eu sei que vira e mexe eu falo isso, mas acredite que achei mais um livro para minha lista de melhores leituras dos últimos tempos. É uma estória genial, bem pensada, estudada, do tipo que te engole para dentro do livro como um buraco negro.

     É sempre complicado falar de livros que gostamos muito, ainda mais nesse caso, que o livro em si é um paradoxo. Mostrando características opostas na escrita o tempo todo, nunca deixa o leitor entediado, e cada qual complementa um pouquinho o livro, preenchendo um espacinho da essência da obra como um todo.  A estória tem momentos secos e depois sensíveis, repressivos e liberais, americanos e islâmicos, de realeza e depois pobreza, honestidade e roubos, amor e ódio. Tudo se contradiz, e é ai que você entende a mente da mulher islâmica que foi americanizada, a mente de Adrianne.

     Adrianne é uma personagem exótica, começando por sua aparência, com grandes olhos amendoados, longos cabelos escuros, pele bronzeada e corpo esguio, ela é a mulher com que todo homem sonha, a mulher que todos tentam ter, mas nenhum consegue. Sua fama é de ser completamente inacessível, e para descobrir o porquê disso, me desculpem, mas vocês vão ter que ler o livro! Adrianne é rica, sua roda de amigos e conhecidos é ampla e seleta, e isso só contribui mais para que ninguém saiba quem é a verdadeira Adrianne. Ela é a personagem principal do livro, portanto, vou me conter falando apenas sobre ela detalhadamente.

     Quanto aos outros personagens, também são extraordinários. Abdu, o pai de Adrianne é um homem duro, que acha que está acima de tudo e todos, não importa onde ele esteja. Em muitos momentos me peguei sentindo raiva por ele, mas o verdadeiro sentimento que devemos ter por Abdu é pena, ele não merece mais que isso.  Philip é um personagem que eu gostei desde o começo, embora suas ações não ajudem para que gostemos dele, eu senti simpatia logo de cara. Megan foi para mim uma peça importante da obra, mas me parecia bem chata, toda problemática e depressiva, só me agradou por conta de todo o carinho e preocupação que tinha em relação à filha.

     A estória é cheia de roubos, mistérios, descrições detalhadas e sentimentos profundos, não consigo lembrar de nenhum momento em que tive vontade de parar a leitura ou que fiquei entediada, cada detalhe era bem vindo.  Minhas partes favoritas foram as de roubo e o fim do livro, as últimas 100 páginas foram as melhores em minha opinião.

     A escrita de Nora Roberts é muito gostosa de ser lida, com um vocabulário culto e sem palavras chulas, ela escreve muito bem e sabe como dar detalhes sem ser chata. Em todos os livros dela encontramos cenas de amor que têm a ver com sexo, mas não é nada explicito. As cenas de sexo descritas por Nora são ternas, sensíveis, idealizadas e não mostram nada de vulgaridade. O único problema é que as vezes essas cenas ficam repetitivas.  As cenas de sexo que ela descreve são TODAS iguais, em todas o casal tem plena sincronia e sempre chegam ao clímax juntos, não sou a melhor pessoa pra falar sobre isso, mas posso apostar que isso é coisa de livro. Enfim, as cenas não são ruins, mas eu acho que ela podia dar uma mudada ao invés de fazer sempre tudo igual.

     Outra coisa que gostei bastante foi o fato de que partes do livro se passam lá para os lados árabes, eu adoro ler sobre isso, adoro árabes, e Nora não pecou ao mexer com essa cultura. Quando ela descrevia o harém eu conseguia sentir os cheiros e até o modo como as mulheres se sentiam. Adorei ver a discrepância entre as mulheres árabes e as americanas, e o comportamento de uma árabe americanizada e de uma americana que se tornou parte de um mudo árabe, foi muito interessante.

     Minha nota para esse livro é definitivamente 10, pois o único defeito que achei não foi suficiente para baixá-la. Recomendo esse livro para todas as pessoas, mas que tenham pelo menos 15 anos. Algumas cenas são pesadas e não acho que uma pessoa menor entenderia a complexidade que é a diferença entre culturas.   

 

Novidade – Capa Divulgada

13 jun

Quem aqui está pronto para ler ‘Os Diários de Stefan’ ?? A Editora Galera Record divulgou pelo twitter a capa do livro que lança mês que vem pela editora. A série já conta com três volumes no exterior, sendo esse o primeiro e conta a estória de Stefan, Damon e Katherine pela perspectiva de Stefan!!

 

Toda história tem um começo… E alguns são irresistíveis.

Stefan Salvatore, braço direito do pai em Veritas, se prepara para administrar a propriedade da família até ver seus sonhos interrompidos pela expectativa de um casamento arranjado. Rosalyn é de boa estirpe, muito recatada… mas Stefan não vê um futuro feliz ao seu lado. Já seu irmão,Damon, recém-chegado da guerra, é indomável e comprometido apenas com seus desejos.

Apesar das personalidades conflitantes, Stefan e Damon são inseparáveis até conhecerem Katherine, uma jovem misteriosa e deslumbrante que, depois de perder os pais num incêndio, encontra abrigo na residência de Giuseppe Salvatore e seus filhos. Katherine e Emily, sua criada, passam a viver na casa de hóspedes e atraem a atenção de todos enquanto a cidade parece a ponto de sucumbir a estranhos ataques a animais.

Logo os irmãos estão disputando a atenção de Katherine sem saber que, por trás de seus suntuosos vestidos de seda, joias e sorriso inocente, ela esconde um terrível segredo que marcará as vidas dos três para sempre.

 

Eu não vejo a hora de ler!! E vocês??


Resenhando ‘Fade’ por Lisa McMann

31 maio

 

 

 

 

 

 

‘Fade’ foi além das minhas expectativas. Enquanto lia Fade, tinha certeza de que seria apenas uma continuação comum da série, com praticamente o mesmo enredo, com a mesma forma de escrita com sentenças curtas e poucos detalhes. E assim foi, até mais ou menos a metade do livro. Depois da página cento e alguma coisa, a situação mudou! 

 

 

Esse volume da trilogia não gira em torno de várias coisas como em Wake, mas sim em torno de duas situações importantes. A primeira é o predador sexual que está solto pela Fieldridge High, causando problemas e dando um mistério no mínimo tenso para Janie e Cabe resolverem.  E a segunda questão é o futuro de Janie como apanhadora de sonhos, informações antes desconhecidas por nós vão mostrar que nem tudo está resolvido e entendido sobre o dom de Janie, as coisas podem ficar piores, muito piores.

A partir do momento em que a autora começou a realmente se envolver no caso que os protagonistas estavam resolvendo, ela largou os cuidados que tinha para escrever parágrafos e sentenças curtas, e simplesmente escreveu com detalhes e frases de verdade, longas e fluidas. Foi quando eu me animei com o livro de uma vez por todas e acabei com a leitura.

Eu realmente adorei o modo como a situação foi resolvida, e não senti raiva do Cabe pelas ações dele, porque, ahh vocês vão ter que ler para entender haha! E eu também adorei ficar sabendo  sobre o caderno verde, porque ele realmente mudou minha visão sobre o dom de Janie, e fez a estória ficar ainda mais interessante e única do já era em Wake.

A leitura foi realmente rápida e como houve uma evolução em relação ao tamanho das frases e parágrafos eu não vou reclamar de nada, pois já fiquei bem feliz com o avanço. A editora fez mais uma vez um ótimo trabalho, mantendo a capa e o título originais. As únicas dúvidas que ainda ficaram no ar foram: Será que o vocabulário da autora não é diversificado mesmo ou o erro foi na tradução? O estilo de escrever dela é com as sentenças curtas ou as frases dela soavam melhor em inglês?

Para tirar essas dúvidas eu vou arranjar um tempinho na minha agenda literária e ler a trilogia em inglês, daí eu digo para vocês se o problema está na autora, ou na tradução :)

Eu já li Fade há um tempo, mas resolvi resenhar só agora, não sei por quê. Já li Gone também, então eu vou preparar a resenha e posto aqui logo logo, só uma dica, Gone foi o melhor livro dá série, muito bom mesmo, por isso que já posso dizer ‘ A trilogia vale a leitura’!!   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Novidade – Novo Look

18 maio

Pessoal, estou passando aqui só para contar , uma novidade mesmo, pois estou em semana de recuperação na minha escola (¬¬’), então estou sem tempo de fazer nada além de estudar!

A novidade é que, se tudo der certo, em breve o nosso lindo blog estará de look novo!! Vamos torcer para que dê certo e o Books Are Diamonds fique mais lindo que nunca!


Resenha Especial – EON, O Décimo Segundo Dragão por Alison Goodman

15 maio

Hellooo, Leitores!!

A resenha de hoje é muito especial, pois o livro que está sendo resenhado, é um livro que eu ganhei no sorteio dos primeiros leitores da Editora Galera Record. Se você nunca ouviu falar nesse sorteio e quer mais informações, clique aqui.

Eon tem doze anos de idade e treina há anos. O estudo intensivo de Magia de Dragão, baseado na astrologia da Ásia Oriental, envolve dois tipos de habilidade: trabalho com espadas e aptidão mágica. Tanto Eon quanto seu mestre esperam que ele em breve seja escolhido como Dragoneye — um aprendiz de um dos doze dragões de energia da boa fortuna.
Mas apesar de sua habilidade única com dragões de energias diversas — só Eon é capaz de enxergar mais de um dragão —, o menino guarda um segredo perigoso. Na verdade ele é Eona, uma menina de dezesseis anos que vem se fazendo passar por menino em busca da chance de se tornar Dragoneye. Mulheres são proibidas de usar Magia de Dragão e se alguém descobrir que ela vem se escondendo, a única sentença possível é a morte.
Quando seu segredo é ameaçado, a jovem e seus aliados são lançados a um destino imprevisível. Em meio a uma luta mortal pelo trono Imperial, Eon precisa encontrar a força e o poder interior para lutar contra aqueles que querem roubar sua magia… e sua vida.

Confesso que quando recebi o livro, me assustei ao abrir o pacote, o livro é bem grande e eu achei que demoraria a eternidade para ler, mas assim que comecei, percebi que seria fácil chegar ao fim. Nem sei explicar direito como foi, mas lá pela décima linha da primeira página eu já estava em outro mundo.

 Apesar de ter ficado bem interessada no livro quando vi o post no blog da Galera,  pensei que ele fosse ‘leitura de menino’, tendo todos aqueles dragões e dragoyenes, e como achei que estava faltando uma literatura mais masculina aqui no blog, resolvi me inscrever no sorteio. Quando eu comecei a ler, estava até com um certo preconceito, achando que seria chato e que eu demoraria séculos em uma leitura maçando e sobre um tema que eu não gosto, mas depois eu vi que estava errada! Meninas, não se deixem enganar.

‘EON, O Décimo Segundo Dragão’, foi o primeiro livro sobre dragões que eu li, e acabou que eu simplesmente me apaixonei. Passei facilmente pelas 474 páginas, mesmo estando com meus dias super ocupados, não queria parar de ler de maneira alguma. O tema realmente me prendeu e o livro definitivamente me surpreendeu. Nunca achei que fosse possível fazer um livro leve, agradável e até feminino, com um assunto tão masculino.

 A estória te prende e fluí sem muitas delongas, os detalhes são muitos, mas apenas os necessários, daquele tipo que te ajuda na hora de imaginar as cenas sabe? Enquanto eu lia, sentia como se estivesse vivendo as situações no lugar de Eon, conseguir imaginar tudo claramente, devido aos detalhes da escrita.

Amei a personagem principal, ela não é maçante nem chata, na verdade, ela é ao menos peculiar. Na maior parte do livro, eu simplesmente me esquecia de que Eon é, na verdade, uma menina, mas do meio para o fim do livro existem muitas menções quanto a isso, então acaba que você para de esquecer. Eu gostei de praticamente todos os personagens, cheguei até a ter uma quedinha pelo príncipe, e simpatizei muito com o imperador, mas tiveram dois personagens com os quais eu não fui com a cara, O Lorde Ido e Ranne. Esses dois são do grupo dos personagens mais detestáveis do universo literário, daqueles que você sente vontade de estraçalhar sabe? Mas com toda certeza são parte fundamental da estória, complementos indispensáveis.

A autora escreve muito bem, com uma linguagem clara e sem enrolação. Eu consegui perceber um total domínio da arte de escrever nessa autora, ela te segura no enredo, não te deixa devanear nem dispersar, além de ter ideias incríveis (juro que eu nunca pensaria em uma estória tão complexa quanto essa). Ela está aprovadíssima e definitivamente virou uma das preferidas de minha estante.

 E é claro que a Galera está, mais uma vez, de parabéns com a edição, a tradução está ótima e a diagramação idem.  Estou aguardando ansiosamente pela continuação!! :)

Resenhando ‘Ninguém Como Você’ por Lauren Strasnick

11 maio

 

Para começar, quero que você olhe a capa de ‘Ninguém como você’ e tente tirar uma conclusão sobre ‘do que se trata o livro’. Quando eu fiz isso, imaginei uma estória de amor, bem bobinha, mas agradável.

Agora veja a sinopse:

A vida de Holly está muito complicada – Faz seis meses que sua mãe morreu, e seu pai ainda anda pela casa com um ar muito perdido. Ela acaba de perder a virgindade com Paul, um cara que é um gato, mas que tem uma namorada firme, que faz parte da turma mais popular da escola. Seu melhor amigo Nils deu de pular de galho em galho, correndo atrás de toda garota que passa em sua frente. Quando as coisas começam a ficar mais sérias, Holly terá de escolher – mudar de vida radicalmente, ou guardar um segredo que pesa cada vez mais em sua vida? 

Depois que eu li a sinopse- isso foi após eu comprar E receber o livro em casa xD-  eu sinceramente desanimei do livro, eu já sabia que o tema ‘sexo’ era abordado, mas não imaginava a parte toda do clichê ( mãe morta, pai triste, menina perdida na vida, ect, ect, ect). O que me deu forças para encarar a leitura foi a última frase da sinopse: ‘[…]mudar de vida radicalmente, ou guardar um segredo que pesa cada vez mais em sua vida?’. Eu simplesmente achei que a menina ia se reinventar e virar o jogo e que o livro ia ser super legal, mas conforme eu fui lendo… PÉÉÉÉÉÉÉÉÉ. Uma campainha de ‘ERRADO’ tocou na minha orelha.

‘Ninguém Como Você’ foi um dos piores livros que eu já li. A estória ficou bem clichê, não dando espaço para novidades. Porque as escritoras não mudam esse enredo de ‘minha mãe morreu e eu vivo infeliz e perdida pelo mundo junto com meu pai e sem amigos’? Existe tanta coisa que pode ser inventada com a vida dos jovens e ainda assim elas insistem nas mesmas coisas, porque não pelo menos falar de uma menina que perdeu a mãe, vive infeliz e sem amigos, mas FAZ ALGO REALMENTE BOM E DIFERENTE PARA PASSAR POR CIMA DA DOR? Pode ser qualquer coisa, desde que seja diferente. Enfim.

Um outro tema que poderia ter sido abordado de maneira muito inteligente e ‘educativa’, foi tratado com certo desdém e falta de cuidado. Quem fala de sexo para adolescentes, sem falar de medo, insegurança, riscos ou qualquer outra coisa que possa ser útil? Eu sei que nós já estamos cansados de ouvir sobre os dilemas do sexo na adolescência, mas tratar a primeira vez – e todas as outras vezes- da garota como uma coisa insignificante na estória foi um erro total, porque, pelo o que entendi, o sexo era exatamente o ponto do enredo, e as partes que falavam sobre ele eram as PIORES.

As personagens também estavam bem cruas. Holly é bem sem graça e boba, e varias vezes eu tive vontade de tacar o livro na parede por culpa dela, por vários motivos, como:

1-     Ela fica com o Paul. Sabe que é errado. Continua ficando. Se sente mal, uma vaga$¨&¨, tem peso na consciência, mas continua com ele. É como diz aquele velho ditado, ‘ Errar é humano, insistir no erro é burrice’.

2-     A menina fica o livro inteiro apalpando os seios para ver se não tem nenhum caroço, é como se ela fosse estar andando e do nada o caroço fosse surgir ali. Para piorar a situação, ela acha que vai ‘PEGAR O CÂNCER DA MÃE SE USAR AS ROUPAS QUE ERAM DELA’, genteeee, mais um assunto sério desperdiçado com idiotice!

O Paul é o típico menino ‘cachorro’, que enrola as meninas para ir para a cama com elas. Mas nem para isso ele servia direito, e para piorar, ele estava sempre fumando, sempre. Era só ele chegar perto da Holly, ou entrar em cena, que ele acendia um cigarro e ficava lá, tragando e soltando veneno na cara dos outros.

Eu realmente gostei de Saskia e de Nills. Os dois são personagens fofos, que eu gostaria de ter conhecido mais profundamente. O professor de teatro também era um fofo, e o pai da Holly também me agradou muito. A pena é que nenhum personagem foi explorado suficientemente, e nós acabamos perdendo a chance de conhecer pessoas maravilhosas do mundo literário.

O livro realmente não me agradou nem um pouco, uma coisa que nunca tinha acontecido comigo. Eu fiquei que dois assuntos muito interessantes e úteis para os jovens tenham totalmente desperdiçados e trabalhados de maneira tão ruim. A estória poderia ter ficado muito boa, caso a autora realmente tivesse se empenhado em ir além dos clichês e enredos superficiais que já lotam as estantes das livraria, ela perdeu a chance de fazer algo realmente agradável e de grande importância para meninas lerem. Ficou tudo bem fraquinho, sem emoção, sem sal nem açúcar. 

A editora ID, por outro lado, está de parabéns. O livro está muito lindo, com a capa em amarelo flueorecente por dentro e uma capa muito lindinha, que me cativou de primeira. A tradução e edição estão ótimas e muuuito satisfatórias! Vale reconhecer que eles fizeram um ótimo trabalho e que quem escreveu a estória não foi nenhum dos funcionários da editora. A leitura é extremamente rápida, pois o livro é bem pequeno e tem letras grandes com espaços duplicados entre as linhas.

Mas é claro que, mesmo depois de ter falado mal de um livro como nunca fiz na minha vida, eu sugiro que, se você leu resenhas positivas sobre o livro e está me achando uma tosca por conta de tudo o que eu falei aqui, você deve sim compra-lo e lê-lo. Essa é a única maneira de tirar suas conclusões e poder vir me xingar depois #hahaha

Vale lembrar que aqui no blog, eu não sou obrigada a falar bem de nenhum livro, então, eu dou minha mais sincera opinião sobre tudo o que eu leio. Se você não concorda com as minhas opiniões, tem a total liberdade para expressar sua opinião aqui nos comentários, desde que seja com educação e delicadeza.